Julho 27 2012

publicado por peixeirasdavieira às 18:10

Agosto 16 2011

A Casa do Campino em Santarém e a aldeia Avieira das Caneiras, em Santarém, acolheram o segundo Dia Nacional do Avieiro, em 24 de Julho de 2011.

Aí chegaram os membros da comunidade Avieira espalhados pelas várias aldeias e povoados ao longo do Tejo. Aí chegaram também os seus familiares e amigos de Vieira de Leiria, para consumar os reencontros prometidos no 1º Dia Nacional do Avieiro celebrado o ano passado em Vieira de Leiria.

Foram centenas os que se juntaram em Santarém e nas Caneiras.

Desse reencontro nas Caneiras, em Santarém, e das comunicações que foram produzidas na sessão de boas-vindas, na Casa do Campino, vos damos conta nas duas Folhas Informativas anexas.

Gabinete de Coordenação

(Candidatura da cultura Avieira a património imaterial nacional e da UNESCO)

 --
Cultura Avieira - Um património, uma identidade

 

 

 

 

 

 

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por peixeirasdavieira às 22:59

Agosto 13 2011

 

     

   

      

   

   

    

   

   

   

   

   

   

   

 

publicado por peixeirasdavieira às 01:47

Outubro 26 2010
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por peixeirasdavieira às 19:13
Tags:

Julho 01 2010

publicado por peixeirasdavieira às 15:14

Maio 23 2010

       Mais um ano que passou e de novo, vamos levar a efeito a nossa festa de arranque para a época de estrada que se avizinha.

 

       Assim no dia 3 de Junho, vamos ter a visita amiga do "Grupo de Cavaquinhos de Amonde", os quais a partir das 17,00 horas nos vão mostrar e por certo deliciar com a arte de tocar este pequeno instrumento, melodioso e de grande tradição Portuguesa. Pelas 21,30 horas o Grupo de baile "Trio Veirense + 1" vai estar em palco onde tocará o seu vasto repertório de musicas de dança.

 

       Dia 4 de Junho 21,30 horas é a vez do Grupo de Baile "Ritmo Caliente" Abrilhantar com a sua música o baile de arraial.

 

       O dia 5 de Junho, como não podia deixar de ser, (pois sendo nós um grupo de folclore) vai ser dedicado a esta expressão de dança e assim vamos ter em palco os Grupos de Folclore: Flores da Primavera, Rosas do Lis e nós próprios "Peixeiras da Vieira". Para encerrar a festa o Duo Raquel Santos e Vera Marto, vão alegrar a noite.

 

       Durante a festa pode ainda saborear nos dias 3 e 5 porco no espeto e no dia 4 sopa da pedra. Por isso já sabe, os dias 3, 4 e 5 são de sentido obrigatório rumo a Vieira de Leiria.

 

 

publicado por peixeirasdavieira às 17:52

Outubro 02 2009
publicado por peixeirasdavieira às 02:14

Maio 26 2009

    Nos próximos dias 12, 13 e 14 de Junho o Rancho Folclórico Peixeiras da Vieira leva a efeito a sua tradicional festa anual, que designa como festa  de princípio de época.

    Este ano vamos ter connosco no dia 12  o Grande Acordeonista Vergílio Pereira e o Vocalista Manuel Ribeiro. No dia 13 a festa continua com porco no espeto e  o grupo de Cantares do Rancho Peixeiras da Vieira apresentará alguns números do seu reportório, seguindo-se-lhe a Escola de Dança da BIP e para fechar este dia a partir das 21h00  vamos ter em palco o grupo de Baile Ritmo Caliente. A  14 e último dia vai ser dedicado ao folclore onde  estarão presentes os  Grupos: Rancho Folclórico do Carvalhal - Figueira da Foz, Avieiros de Escaroupim - Salvaterra de Magos e o Rancho anfitrião Peixeiras da Vieira.

     Tem assim um bom pretexto para se deslocar a Vieira de Leiria, visitar a sua linda praia, divertir-se com um pé de dança nos dois bailes que levamos a efeito, porque não saborear uma (ou mais) saborosa sanduíche do porco que assa  ali no próprio recinto da festa, relembrar algumas canções já  velhinhas que o grupo de  cantares canta e ainda assistir à mostra de folclore.

      Esperamos por si. E até lá fique bem

 

   Peixeiras da Vieira 

 

Festa de Princípio de Época

 

publicado por peixeirasdavieira às 01:13

Abril 11 2009

A Junta de Freguesia da Vila de Vieira de Leiria, editou mais um livro da história local.

    O livro (Os Pescadores da Praia da Vieira - O Naufrágio do Salsinha) tendo como autor Herminio de Freitas Nunes, narra-nos a odisseia corajosa de homens que enfrentando o mar, quantas vezes bravio, com  pequenos barcos (O meia Lua) e à força de braços, manejando os remos, tiravam deste o seu sustento e quantas vezes este de tão bravio os impedia de exercer este seu mister; trazendo a fome, a miséria profunda. E foi num destes dias, como nos conta o autor, estavamos a 15 de Novembro de 1907, que se deu a tragédia, um barco da companha de Manuel da Silva Sapateiro, virou-se a poucos metros da praia espetando-se de proa e ré na areia com a companha quase toda debaixo. Foram 13 os pescadores mortos podendo ler-se os seus nomes neste livro.

     O Rancho Folclórico Peixeiras da Vieira fiel depositário das tradições usos e costumes da nossa gente, ciente desta responsabilidade, não podia deixar de fazer mensão ao evento, nesta sua página, tanto mais que é um documento que nos elucida, sobre esses nossos antepassados, as suas vivências, as suas dificuldades e acima de tudo os martirios que sofreram  para poderem matar a fome. Por isso deixamos aqui o nosso agradecimento à  Junta de Freguesia por nos presentear com mais esta obra, que nos vem enriquecer culturalmente e ao autor Sr. Herminio de Freitas Nunes pelo documento que nos doou e pelo espólio aqui apresentado, fruto por certo dum trabalho insano, mas ao mesmo tempo gratificante, por se descobrir pouco a pouco aquilo que se desconhece.

       Abaixo apresentamos um fac-simile da capa do  livro assim como o seu prefácio da autoria do Sr. Alfredo Pinheiro Marques (Director do Centro de Estudos do Mar - CEMAR)

 

Peixeiras da Vieira   

 

Os Pescadores da Praia da Vieira - O Naufrágio do Salsinha - Herminio de Freitas Nunes

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prefácio
 
A morte é, infelizmente, às vezes, a senhora dos navegantes. Dos homens, diz-se que "há os vivos, os mortos, e os que andam no Mar". Se este dito popular for verdadeiro (e é...), difícil deve ser andar lá no Mar, alguma vez, muito tempo, em longas viagens (de que se espera voltar um dia), mas certamente muito mais difícil - mais heróico, mais duro, mais sobre-humano (quotidianamente heróico, duro e sobre-humano...) - deve ser andar lá sempre, dia após dia, todos os dias, durante a vida inteira. Cada dia, no intervalo das noites dormidas na praia, onde sempre ecoa, noite após noite, todas as noites, "a voz imensa, o lamento eterno...". Viver, assim, é viver quotidianamente, dia após dia, entre o Mar e a vida.
Os pescadores do litoral português são os verdadeiros "heróis do mar" num país que, infelizmente, sempre mais e mais os foi esquecendo e desprezando, e sempre mais e mais os foi abandonando (na maior provação e pobreza), ao mesmo tempo que, nesse mesmo país, sempre mais e mais foram sendo oficiadas as bizantinas e académicas liturgias de "comemoração dos Descobrimentos" e de glorificação das míticas "grandezas imperiais do Passado" (grandezas que, na verdade, nunca existiram). Um país pobre (em que os pescadores sempre foram os mais pobres dos pobres) cujas elites sempre dissiparam improdutivamente a riqueza em celebrações sumptuários e em retóricas bizantinas, e que, por isso mesmo, continuou tão pobre como sempre.
Um país em que, infelizmente, tudo o que autenticamente tem a ver com o Mar e com a Herança Marítima - e aí incluem-se sobretudo os barcos e os homens (a arquitectura naval tradicional e a experiência humana acumulada) - sempre foi sendo cada vez mais e mais abandonado, e assim votado à decadência, à extinção, à miséria e à emigração. E, no entanto, seria tão importante (e tão interessante) estudá-lo... desde Viana à Nazaré, desde Vila do Conde a Peniche, desde o Furadouro a Lavos, desde o Porto a Aveiro, desde Buarcos à Vieira, etc...
Devemos neste momento saudar a publicação de um novo livro - e, agora, um livro especialmente dedicado às matérias da História Marítima local - saído da pena do excelente investigador, competente, probo e honesto, que é Hermínio de Freitas Nunes. Esta é uma obra que, tal como as anteriores do mesmo Autor, fala por si mesma. Aqui fica agora bem patente uma rigorosa utilização da terminologia técnica adequada, um seguro domínio das fontes históricas, quer arquivísticas, quer narrativas, quer jornalísticas (fontes trabalhosamente compulsadas, seriadas e analisadas), bem como uma brilhante capacidade de síntese histórica (síntese breve, concisa, cronológica, compreensiva e problematizada). Neste mundo, as boas obras, na sua (aparente) simplicidade, falam sempre por si mesmas (e o inverso também é verdade). Muito além, e acima, de todos os pedantismos pseudo-intelectuais e de todos os folclores que aspirem ao academismo (e para isso usem palavras caras e conceitos abstractos).
Tomaram muitos centros de investigação académicos e universitários - e sobretudo no estado em que em Portugal infelizmente se encontram hoje em dia tantos Centros e Universidades... - contar entre os seus membros do corpo de docentes ou de investigadores alguém como o Autor deste livro... o mesmo Autor, de resto, que já antes havia produzido tantos e tão bons estudos de História Local, História Económica Social, História das Ideias e Mentalidades acerca das regiões de Leiria e da Marinha Grande (acerca do seu património industrial e cultural, dos seus movimentos operários, das suas igrejas, etc.).
Especialistas e eruditos locais como Hermínio de Freitas Nunes, mais do que como discentes, são sobretudo necessários, como docentes ou investigadores, em quaisquer escolas que de facto queiram sair de si próprias e ser capazes de estudar algo mais do que o seu próprio umbigo (e é também isso que distingue as escolas).
Que pode haver, de resto, mais interessante do que a história de homens verdadeiros - homens corajosos - que é a história dos pescadores...?
Esta é uma investigação original, de arquivo, dedicada ao levantamento e publicação da documentação referente ao maior de todos os naufrágios da Praia da Vieira: o trágico episódio de 1907 que deixou no desamparo dezenas de famílias dos mais pobres pescadores locais. Agora, o Autor deste livro reuniu, e incluiu no seu anexo documental, a documentação apropriada, nomeadamente a correspondência e as contas, quer das receitas obtidas pela comissão presidida pelo diligente padre José Ferreira de Lacerda, quer das despesas efectuadas pelo mesmo pároco da Vieira que se notabilizou no esforço para ajudar as famílias dos náufragos. E esta parece ser, também, infelizmente, uma história muito portuguesa, quando se conclui que uma parte do subsídio enviado pelo governo de então parece nunca ter chegado a ser efectivamente entregue à comissão de socorro às famílias. E, quanto ao valor angariado pelo sarau de gala de solidariedade que também foi promovido, constata-se que quase metade de tal valor serviu para pagar as respectivas despesas de tal gala, incluindo comidas e garrafas de vinho fino.
Hermínio de Freitas Nunes quis agora dedicar as páginas deste seu livro àqueles que verdadeiramente as mereciam: os pobres mas valentes pescadores da Vieira, que a fome obrigou a ir ao mar em pleno Novembro, no dia 15 desse mês de Inverno...
 
Este livro é uma lição de História: por isso é tão inspirador, e tão emocionante. Fazemos votos de que a sua leitura, para os futuros leitores, seja tão motivadora quanto o foi agora para o signatário deste prefácio (o qual, de resto, desde há muito quer andar cada vez mais distante da História oficial e dos respectivos historiadores, e próximo dos pescadores).
É para isto que, na verdade, deve servir a História autêntica. Por isso, é não só um prazer, mas também uma honra, prefaciar uma obra como esta.
Hermínio de Freitas Nunes é um verdadeiro historiador que, agora, para além do estudo da tragédia de 1907, nos dá também o levantamento e a publicação dos documentos anteriores do Arquivo Distrital de Leiria e da Capitania da Nazaré referentes às companhas, aos barcos e aos pescadores da Vieira, com a reconstituição de tais companhas e dos homens que as integravam. A partir de agora, já lhes sabemos os nomes e a cor dos olhos. Ficámos, para sempre, a conhecer os barcos e os homens da Vieira ao longo do século XIX, desde as suas mais antigas referências.
Há alguns meses, durante as VI Jornadas Culturais da Gandara, na Praia de Mira, em Março de 2008 (onde a comunicação apresentada por Hermínio de Freitas Nunes já constituiu uma versão preliminar deste estudo, e foi uma das comunicações mais valiosas e apreciadas), o signatário deste prefácio, na sua própria comunicação, havia reiterado a sua expressão de que o Barco do Mar do litoral centro de Portugal é "o mais belo barco do Mundo"... (e, na mesma ocasião, o nosso Amigo Professor Fernando Alonso Romero, o druida da memória da Galiza, pela sua parte, chamou-lhe "a embarcação mais interessante da Europa"). Não são excessivas essas apreciações quando aplicados ao também chamado Saveiro, Varino, Barco da Arte, ou "Meia-Lua", do Furadouro à Torreira, da Vagueira a Mira, de Lavos à Vieira. Agora, o competente investigador e erudito local que é o nosso Amigo Hermínio de Freitas Nunes adopta essa nossa designação de "o mais belo barco do Mundo", nesta obra em que deixa para o Futuro uma investigação histórica criteriosa e um estudo fundamental, no que diz respeito à Praia da Vieira e aos litorais de Leiria, desse belo barco e dos homens corajosos que outrora o tripularam.
Esses homens do século XIX e dos inícios do século XX morreram (como todos os homens vão morrer um dia), e as suas casas e os seus barcos apodreceram ou arderam (como tudo vai apodrecer ou arder um dia). Mas lá continua, ao som da voz imensa, o barco descendente dos seus barcos... tripulado pelos descendentes desses mesmos homens...
Um historiador, agora - passados hoje cento e um anos... -, ajudou a que tudo isso sobreviva para o Futuro. É para isto que serve a História.
 
Alfredo Pinheiro Marques
Director do Centro de Estudos do Mar - CEMAR
15 de Novembro de 2008
 
 

Dezembro 25 2008
publicado por peixeirasdavieira às 01:22

mais sobre mim
Julho 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
28

29
30
31


pesquisar
 
subscrever feeds
blogs SAPO